Tentando entender a vida, desisti de viver.
Por isso, quanto mais vivo, menos entendo.
Quanto mais entendo, mais tempo gastei pensando do que vivendo.
Quando estou vivendo, me esqueço de pensar.
Quando penso, a vida perde a graça.
Quando me perco, acabo me encontrando.
Quando me encontro, a vida parece fazer mais sentido.
Quando sinto, acredito que realmente existo.
Quando acredito, as coisas fluem.
Quando fluem, me abro mais.
Quando me abro, voo longe.
Quando voo, algo me derruba.
Quando me derruba, me recolho.
Quando me recolho, a tristeza invade.
Quando me invado, a solidão transborda.
Quando transbordo, me acabo.
Quando acaba, me recomponho.
Quando se recompõe, a fé renasce.
Quando renasço, me recomeço.
Quando recomeça, me re-ciclo.
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quinta-feira, 14 de julho de 2016
Ciclo
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
2016
Ano de organização, de pôr o corpo e a mente em ordem. Os dois últimos anos pra mim foram de muito amadurecimento. Quem esteve próximo de mim sabe o quanto me dediquei a ser uma pessoa melhor e a acreditar que uma mudança repentina pudesse me levar a ser essa pessoa que eu sempre quis ser.
A cada dia que passa vejo que o que falta ainda é a organização. E isso inclui não só arrumar a casa, reformas, quanto a reformas por dentro também. Estou desde outubro consultando com nutricionista, indo no pilates e academia (sem faltas e desculpas), além de correr quando dá uma brechinha na rotina do meu dia a dia. Agora a mente, essa é cruel. Quem sofre de ansiedade ou já sofreu depressão sabe o quanto é difícil a gente controlar essa geringonça chamada mente humana. Mas sempre fui de me desafiar e de querer me conhecer mais e mais. Talvez por isso esse seja um ano de rompimento com várias barreiras que me fizeram bloquear ao longo dos anos. Algumas já conquistadas, outras ainda por enfrentar.
O que nos torna melhores é a nossa capacidade de transformação interior. Nada nem ninguém pode nos mudar até que nós mesmos estejamos conscientes de que a mudança está dentro de nós. Essa é uma luta diária e solitária. Ninguém pode nos ajudar. Pode alertar, mas fazer pela gente não. Este ano me propus a isso. E nesse início de ano já sinto que algumas coisas estão mudando só com esse pensamento mais positivo e mais controlado.
Saber dosar qual sentimento devemos alimentar. É como se cada sentimento tivesse um animalzinho dentro da nossa cabeça. Ainda não assiste ao filme "Divertidamente", mas segundo meus alunos mais pequenos ele retrata exatamente esta ideia que eu já tinha tido sobre nossos sentimentos e como pensamos a respeito deles. Devemos saber dar a quantidade certa de alimento para cada sentimento. O medo pode existir sim, mas não deve ser alimento mais do que a coragem de enfrentá-lo. A raiva pode existir sim, porque ela nos move, nos faz reagir, mas não deve ganhar mais "bóia" do que a paciência de resolver uma situação.
Quando nos conhecemos mais a fundo é mais fácil controlar o corpo e a mente. Tudo que é desconhecido nos gera insegurança e nos faz perder o controle. Por isso acredito que há um triângulo essencial no ser humano: conhecimento, controle e segurança. E isso serve pra tudo, pra relacionamentos, para nós mesmos, para o canto que é a minha profissão. Seguido converso com meus alunos e lhes digo: enquanto vocês não se conhecerem, não perceberem o que está acontecendo no corpo de vocês enquanto cantam, não vão ter o controle da sua voz. Quando conhecerem, vão conseguir controlar e automaticamente a segurança de cantar naturalmente vem.
Na vida, no trabalho, a mesma coisa. Só a partir do momento que você sabe quem é, você consegue controlar melhor suas emoções, seus pensamentos e se sentirá seguro para lidar com qualquer problema que aparecer. Então "bora" trabalhar em si mesmo neste 2016! Desejo muita transformação a todos que me acompanham aqui no blog.
PS: O blog também faz parte dessa minha organização para 2016. Prometo a mim mesma que não vou deixar de escrever, porque isso me faz um bem enorme.
A cada dia que passa vejo que o que falta ainda é a organização. E isso inclui não só arrumar a casa, reformas, quanto a reformas por dentro também. Estou desde outubro consultando com nutricionista, indo no pilates e academia (sem faltas e desculpas), além de correr quando dá uma brechinha na rotina do meu dia a dia. Agora a mente, essa é cruel. Quem sofre de ansiedade ou já sofreu depressão sabe o quanto é difícil a gente controlar essa geringonça chamada mente humana. Mas sempre fui de me desafiar e de querer me conhecer mais e mais. Talvez por isso esse seja um ano de rompimento com várias barreiras que me fizeram bloquear ao longo dos anos. Algumas já conquistadas, outras ainda por enfrentar.
O que nos torna melhores é a nossa capacidade de transformação interior. Nada nem ninguém pode nos mudar até que nós mesmos estejamos conscientes de que a mudança está dentro de nós. Essa é uma luta diária e solitária. Ninguém pode nos ajudar. Pode alertar, mas fazer pela gente não. Este ano me propus a isso. E nesse início de ano já sinto que algumas coisas estão mudando só com esse pensamento mais positivo e mais controlado.
Saber dosar qual sentimento devemos alimentar. É como se cada sentimento tivesse um animalzinho dentro da nossa cabeça. Ainda não assiste ao filme "Divertidamente", mas segundo meus alunos mais pequenos ele retrata exatamente esta ideia que eu já tinha tido sobre nossos sentimentos e como pensamos a respeito deles. Devemos saber dar a quantidade certa de alimento para cada sentimento. O medo pode existir sim, mas não deve ser alimento mais do que a coragem de enfrentá-lo. A raiva pode existir sim, porque ela nos move, nos faz reagir, mas não deve ganhar mais "bóia" do que a paciência de resolver uma situação.
Quando nos conhecemos mais a fundo é mais fácil controlar o corpo e a mente. Tudo que é desconhecido nos gera insegurança e nos faz perder o controle. Por isso acredito que há um triângulo essencial no ser humano: conhecimento, controle e segurança. E isso serve pra tudo, pra relacionamentos, para nós mesmos, para o canto que é a minha profissão. Seguido converso com meus alunos e lhes digo: enquanto vocês não se conhecerem, não perceberem o que está acontecendo no corpo de vocês enquanto cantam, não vão ter o controle da sua voz. Quando conhecerem, vão conseguir controlar e automaticamente a segurança de cantar naturalmente vem.
Na vida, no trabalho, a mesma coisa. Só a partir do momento que você sabe quem é, você consegue controlar melhor suas emoções, seus pensamentos e se sentirá seguro para lidar com qualquer problema que aparecer. Então "bora" trabalhar em si mesmo neste 2016! Desejo muita transformação a todos que me acompanham aqui no blog.
PS: O blog também faz parte dessa minha organização para 2016. Prometo a mim mesma que não vou deixar de escrever, porque isso me faz um bem enorme.
terça-feira, 17 de março de 2015
A utilidade de ser inútil por um dia!
O que fazer num dia de folga? Eis aí uma coisa que eu tive que aprender a fazer. Depois de passar anos trabalhando direto, quando eu tinha uma folga era difícil me contentar em ficar sem fazer absolutamente nada. Me sentia meio inútil, com aquela sensação de "mas eu podia estar fazendo outra coisa nesse tempo ocioso". Que nada! Deveria de estar fazendo é nada mesmo.
Quando se trabalha com o que era hobby, se confunde muito hora de folga com hora de trabalho. Demorei muito tempo pra perceber isso, mas como vivo da arte, percebi que ela não poderia viver de mim. Quando a minha paixão virou profissão, tive que impôr limites e organizar meus horários para que quando tivesse folga, fosse realmente uma folga de tudo, para desocupar a mente e descansar o corpo.
Demorou, mas finalmente aprendi. Aprendi a ocupar a folga com outras coisas. Visitar amigos foi uma delas. Rever antigos colegas de trabalho. Trocar experiências, saber o que fizeram de suas vidas depois que perdemos o contato, nos ajuda a entender e refletir um pouco mais sobre o caminho que trilhamos depois dessa separação. Nos conhecemos melhor a nós mesmos ao reconhecer o outro.
Hoje tirei o dia pra reencontrar pessoas que fizeram parte da minha vida. Visitei uma amiga que teve filho, conversei com uma amiga que pensa em ficar grávida, outra que está pensando em se separar. Depois dei um pulo na universidade pra jantar com o namorado, e aproveitei pra rever ex-professores e ex-colegas de trabalho. O dia foi tão produtivo quanto se fosse trabalhado. Me senti útil mesmo não trabalhando.
Porque nos sentimos útil só quando recebemos algo em troca? Ajudar um amigo faz muito mais diferença do que trabalhar um dia inteiro pra se sentir fazendo alguma coisa. Não digo que precisa-se tirar um dia inteiro pra fazer nada, mas ter pequenos espaços dentro de nossos dias para fazermos "nada" faz com que aprendemos muito mais do que se estivéssemos estudando a finco para ser alguém.
Algumas pessoas me perguntaram hoje "porque não terminou a segunda graduação? faltou tão pouco!". Eu me pergunto "que diferença faria?". O que eu aprendi na faculdade me ajudou e me ajuda muito, mas quando vi que aquilo não me acrescentava mais, não adiantaria ir até o final. Não desisti por falta de persistência. Desisti por opção, por uma escolha que fiz pra minha vida, e sabia de todas as consequências que aquela decisão me traria.
Hoje ao rever pessoas do passado, revi os meus últimos anos em minutos ali conversando. Percebi que a vida vai nos levando por caminhos que a gente mesmo escolheu sem saber. As circunstâncias nos levam a fazer coisas que nunca imaginamos. Mas quando olhamos pra trás percebemos que no fundo é exatamente o que queríamos. Nem sempre o que buscamos é o melhor. Mas a vida se encarrega de nos mostrar que tudo o que vivemos de alguma forma a gente buscou, atraiu para a nossa vida. Afinal de que serve o livre arbítrio se não nos mostrar que somos feitos das escolhas que fizemos, mas de consequências que nem sempre é o que esperávamos. A gente escolhe o caminho, mas o que virá depois não podemos controlar.
Quando se trabalha com o que era hobby, se confunde muito hora de folga com hora de trabalho. Demorei muito tempo pra perceber isso, mas como vivo da arte, percebi que ela não poderia viver de mim. Quando a minha paixão virou profissão, tive que impôr limites e organizar meus horários para que quando tivesse folga, fosse realmente uma folga de tudo, para desocupar a mente e descansar o corpo.
Demorou, mas finalmente aprendi. Aprendi a ocupar a folga com outras coisas. Visitar amigos foi uma delas. Rever antigos colegas de trabalho. Trocar experiências, saber o que fizeram de suas vidas depois que perdemos o contato, nos ajuda a entender e refletir um pouco mais sobre o caminho que trilhamos depois dessa separação. Nos conhecemos melhor a nós mesmos ao reconhecer o outro.
Hoje tirei o dia pra reencontrar pessoas que fizeram parte da minha vida. Visitei uma amiga que teve filho, conversei com uma amiga que pensa em ficar grávida, outra que está pensando em se separar. Depois dei um pulo na universidade pra jantar com o namorado, e aproveitei pra rever ex-professores e ex-colegas de trabalho. O dia foi tão produtivo quanto se fosse trabalhado. Me senti útil mesmo não trabalhando.
Porque nos sentimos útil só quando recebemos algo em troca? Ajudar um amigo faz muito mais diferença do que trabalhar um dia inteiro pra se sentir fazendo alguma coisa. Não digo que precisa-se tirar um dia inteiro pra fazer nada, mas ter pequenos espaços dentro de nossos dias para fazermos "nada" faz com que aprendemos muito mais do que se estivéssemos estudando a finco para ser alguém.
Algumas pessoas me perguntaram hoje "porque não terminou a segunda graduação? faltou tão pouco!". Eu me pergunto "que diferença faria?". O que eu aprendi na faculdade me ajudou e me ajuda muito, mas quando vi que aquilo não me acrescentava mais, não adiantaria ir até o final. Não desisti por falta de persistência. Desisti por opção, por uma escolha que fiz pra minha vida, e sabia de todas as consequências que aquela decisão me traria.
Hoje ao rever pessoas do passado, revi os meus últimos anos em minutos ali conversando. Percebi que a vida vai nos levando por caminhos que a gente mesmo escolheu sem saber. As circunstâncias nos levam a fazer coisas que nunca imaginamos. Mas quando olhamos pra trás percebemos que no fundo é exatamente o que queríamos. Nem sempre o que buscamos é o melhor. Mas a vida se encarrega de nos mostrar que tudo o que vivemos de alguma forma a gente buscou, atraiu para a nossa vida. Afinal de que serve o livre arbítrio se não nos mostrar que somos feitos das escolhas que fizemos, mas de consequências que nem sempre é o que esperávamos. A gente escolhe o caminho, mas o que virá depois não podemos controlar.
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domingo, 13 de outubro de 2013
Eu sou o que a criança de mim sonhou
Acho que muito da minha espontaneidade, que muitas pessoas dizem gostar em mim, vem dessa coisa de nunca deixar a criança que há dentro de mim morrer. Não está ligada a falta de responsabilidade ou imaturidade. Apenas consigo enxergar as coisas simples da vida de uma maneira muito natural, sem aqueles bloqueios que os adultos vão adquirindo com o tempo, enrijecendo a maneira de pensar com medo do que as outras pessoas vão pensar.
Tenho certeza que aquela criança que um dia eu fui, estaria orgulhosa do que me tornei. Claro que muitos dos sonhos que eu tinha não aconteceram exatamente como eu imaginei, mas outras coisas aconteceram e foram muito melhores do que qualquer coisa que passasse pela minha cabeça naquela época.
Passei por tantos momentos que tive aquela sensação de já ter me imaginado naquela mesma situação, e isso só me faz acreditar mais e mais nessa coisa de atrair coisas boas com pensamentos positivos. Tudo flui tão bem quando a gente está de coração aberto para o mundo e para o que ele tem para oferecer para a gente naquele exato momento.
A criança que eu fui ainda está aqui de alguma forma. Quando me olho no espelho ainda me vejo ali do mesmo jeitinho, me encarando frente a frente, me questionando o que ainda não fiz, me jogando na cara tudo aquilo que fico dando desculpas de não fazer por não ter tempo ou colocando a culpa em outra coisa (assim como os adultos adoram fazer quando não querem assumir mesmo sabendo que o único sujeito que pode fazer alguma coisa por você é você mesmo).
No fundo no fundo aquela "velha criança" está ali a todo momento, mas vai se transformando, se moldando. Ainda com os mesmos sonhos, as mesmas angústias, os mesmos sentimentos só que com outros nomes, com outras caras. Aquela criança envergonhada pode ter mudado sim, mas com certeza luta todos os dias quando está numa situação onde precisa se expor. Só tomou mais coragem, mais malandragem para lidar com aquilo que antes ela não entendia. A gente aprende a se conhecer, a se dominar. Toma as rédeas da própria vida e vai, segue.
Quando a gente é criança, quer porque quer crescer e poder fazer o que só os adultos podem fazer. Ter liberdade pra fazer o que quiser, sem pedir nada pra ninguém. E o que fazer com a independência que se conquistou? Nada se parece com aquela magia que se imaginava ser a vida adulta. Às vezes dá vontade de fugir pra infância. De ficar um pouco por lá, curtir um dia inteirinho pra brincar, pular, correr, se sujar, sem ter hora pra voltar pro trabalho, sem ter que se preocupar com mais nada a não ser viver aquele dia e deixar a juventude passar novamente só pra poder aproveitar de uma nova forma, sem pressa. Então, hoje é o dia pra ficar perto das crianças e poder resgatar um pouco dessa forma diferente de ver a vida e se contagiar com essa magia pelo menos por um dia. Vou ali fugir um pouco pra infância com minha afilhada, ganhar um colinho de mãe e amanhã eu volto pro trabalho.
Tenho certeza que aquela criança que um dia eu fui, estaria orgulhosa do que me tornei. Claro que muitos dos sonhos que eu tinha não aconteceram exatamente como eu imaginei, mas outras coisas aconteceram e foram muito melhores do que qualquer coisa que passasse pela minha cabeça naquela época.
Passei por tantos momentos que tive aquela sensação de já ter me imaginado naquela mesma situação, e isso só me faz acreditar mais e mais nessa coisa de atrair coisas boas com pensamentos positivos. Tudo flui tão bem quando a gente está de coração aberto para o mundo e para o que ele tem para oferecer para a gente naquele exato momento.
A criança que eu fui ainda está aqui de alguma forma. Quando me olho no espelho ainda me vejo ali do mesmo jeitinho, me encarando frente a frente, me questionando o que ainda não fiz, me jogando na cara tudo aquilo que fico dando desculpas de não fazer por não ter tempo ou colocando a culpa em outra coisa (assim como os adultos adoram fazer quando não querem assumir mesmo sabendo que o único sujeito que pode fazer alguma coisa por você é você mesmo).
No fundo no fundo aquela "velha criança" está ali a todo momento, mas vai se transformando, se moldando. Ainda com os mesmos sonhos, as mesmas angústias, os mesmos sentimentos só que com outros nomes, com outras caras. Aquela criança envergonhada pode ter mudado sim, mas com certeza luta todos os dias quando está numa situação onde precisa se expor. Só tomou mais coragem, mais malandragem para lidar com aquilo que antes ela não entendia. A gente aprende a se conhecer, a se dominar. Toma as rédeas da própria vida e vai, segue.
Quando a gente é criança, quer porque quer crescer e poder fazer o que só os adultos podem fazer. Ter liberdade pra fazer o que quiser, sem pedir nada pra ninguém. E o que fazer com a independência que se conquistou? Nada se parece com aquela magia que se imaginava ser a vida adulta. Às vezes dá vontade de fugir pra infância. De ficar um pouco por lá, curtir um dia inteirinho pra brincar, pular, correr, se sujar, sem ter hora pra voltar pro trabalho, sem ter que se preocupar com mais nada a não ser viver aquele dia e deixar a juventude passar novamente só pra poder aproveitar de uma nova forma, sem pressa. Então, hoje é o dia pra ficar perto das crianças e poder resgatar um pouco dessa forma diferente de ver a vida e se contagiar com essa magia pelo menos por um dia. Vou ali fugir um pouco pra infância com minha afilhada, ganhar um colinho de mãe e amanhã eu volto pro trabalho.
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013
2012 - Retrospectiva
Tá valendo minha retrospectiva ainda???
Bom, se não tá, lá vai do mesmo... hehehe
2012 = Ano de mudanças significativas na minha vida.... um ano em que eu acreditei em mim e fui atrás do que eu achava que era o mais certo sem me preocupar como seria ali logo depois. Acreditei no que meu coração estava dizendo e fui lá e fiz! Desde que me entreguei a viver com a música todos os dias da minha vida vejo o quanto um trabalho feito com amor e com dedicação, fazendo o que a gente gosta, dá retorno dia após dia. A dança que voltou a fazer parte dos meus dias também me mostrou um outro lado meu que também transborda de amor à arte! Amor a tudo que eu faço!
Ontem vesti rosa e branco. Ninguém me perguntou o porquê. Mas eu me vesti em homenagem ao amor. O amor à vida. A tudo aquilo que eu acredito!
Desejo que 2013 seja tão especial quanto foram esses últimos anos da minha vida, onde eu vi cada sonho meu se realizando aos poucos, um a um, e outros foram se colocando no lugar, exigindo que eu tivesse fé e fosse atrás do que ainda quero, do que ainda desejo para o meu caminho.
Espero que todos que estiveram comigo nesse ano de 2012 renovem suas energias e comecem um novo ano, uma nova maneira de ver a vida, uma nova página a ser escrita! Que esse espírito de recomeçar e recomeçar nunca se esgote. Que todos os seus projetos se realizem e que sigam sempre em frente valorizando o que já foi conquistado mas com os olhos sempre voltados ao que virá, com o coração aberto pra tudo que receberem!!!!
Transmitam tudo aquilo que desejarem receber! Seja no olhar, num sorriso, num abraço, em tudo aquilo que fizerem. Façam com amor e por amor!
Bjos no coração de cada amigo que fez parte desse ano, que esteve mais próximo, e aos que não importa quantos anos passem, estão sempre aqui comigo!!!
FELIZ ANO NOVO AMIGOS!!!!!!!!!!!!
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domingo, 26 de agosto de 2012
Um novo ciclo se inicia!
Mais um ciclo se fecha, outro se inicia! Esta semana será de despedidas, de nostalgia, de planejamentos, de um adeus e de um novo recomeço.
Há dois anos atrás eu estava entrando na Evidências como professora. Era um novo desafio, que eu abracei de coração aberto, e dediquei boa parte do meu tempo ao ato de ensinar. Foram apenas dois anos, mas muitos alunos passaram por mim, alguns ficaram desde o primeiro dia até hoje, outros fizeram um tempo e seguiram seu caminho.
Agora eu também seguirei o meu, recomeçando com muita coragem e com a certeza de que cumpri bem o meu papel. Sigo em paz, de alma limpa, pronta pra uma nova etapa na qual eu precisarei de muita força e ânimo pra caminhar com minhas próprias pernas.
Me divido entre a tristeza de deixar o convívio com pessoas queridas que estiveram ao meu lado nesses dois anos, e com a alegria de poder começar do zero mesmo com aquele receio normal que a gente sente em qualquer momento que desconhecemos o que será do futuro ali adiante.
Compartilho essa notícia com meus amigos, principalmente aqueles que me deram muito apoio quando tomei a decisão de sair do meu atual emprego. São esses amigos que confiam no meu trabalho e em mim como pessoa que devo minha eterna gratidão e carinho!!
Há quase dois anos atrás, quando saí da Unisc TV, senti a mesma coisa. Uma sensação de estar perdendo o lugar, de saber que todos somos substituíveis e um receio de não saber se estava fazendo a coisa certa. E de qualquer maneira, naquela época, deu certo. Foquei minha vida na música, depois veio a dança e vi as coisas fluírem mais quando decidi dedicar minha vida à arte que é o que realmente movia meu coração.
Se voltarei pra comunicação, se continuarei dando aula, se ficarei só tocando, não sei. Pela primeira vez, estou me permitindo estar aberta para o que a vida me reserva. E ela sempre me mostrou que não adiantava o quanto eu planejasse, ela sempre me levava para um outro caminho que eu nem imaginava percorrer.
As águas correm numa direção e não adianta a gente ir contra a maré. O importante é saber levar tudo de bom que cada momento da nossa vida nos proporciona.
Levo essa experiência no meu coração. E abro hoje um novo ciclo em minha vida.
Que os bons ventos da primavera tragam o que a vida me reserva. ;)
Há dois anos atrás eu estava entrando na Evidências como professora. Era um novo desafio, que eu abracei de coração aberto, e dediquei boa parte do meu tempo ao ato de ensinar. Foram apenas dois anos, mas muitos alunos passaram por mim, alguns ficaram desde o primeiro dia até hoje, outros fizeram um tempo e seguiram seu caminho.
Agora eu também seguirei o meu, recomeçando com muita coragem e com a certeza de que cumpri bem o meu papel. Sigo em paz, de alma limpa, pronta pra uma nova etapa na qual eu precisarei de muita força e ânimo pra caminhar com minhas próprias pernas.
Me divido entre a tristeza de deixar o convívio com pessoas queridas que estiveram ao meu lado nesses dois anos, e com a alegria de poder começar do zero mesmo com aquele receio normal que a gente sente em qualquer momento que desconhecemos o que será do futuro ali adiante.
Compartilho essa notícia com meus amigos, principalmente aqueles que me deram muito apoio quando tomei a decisão de sair do meu atual emprego. São esses amigos que confiam no meu trabalho e em mim como pessoa que devo minha eterna gratidão e carinho!!
Há quase dois anos atrás, quando saí da Unisc TV, senti a mesma coisa. Uma sensação de estar perdendo o lugar, de saber que todos somos substituíveis e um receio de não saber se estava fazendo a coisa certa. E de qualquer maneira, naquela época, deu certo. Foquei minha vida na música, depois veio a dança e vi as coisas fluírem mais quando decidi dedicar minha vida à arte que é o que realmente movia meu coração.
Se voltarei pra comunicação, se continuarei dando aula, se ficarei só tocando, não sei. Pela primeira vez, estou me permitindo estar aberta para o que a vida me reserva. E ela sempre me mostrou que não adiantava o quanto eu planejasse, ela sempre me levava para um outro caminho que eu nem imaginava percorrer.
As águas correm numa direção e não adianta a gente ir contra a maré. O importante é saber levar tudo de bom que cada momento da nossa vida nos proporciona.
Levo essa experiência no meu coração. E abro hoje um novo ciclo em minha vida.
Que os bons ventos da primavera tragam o que a vida me reserva. ;)
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Ler ou não ler? Eis a questão!
Ler ou não ler? Eis a questão!
Será mais nobre eu morrer tendo estudado a vida inteira
Ou viver compartilhando o pouco que sei?
Será válido eu tentar congelar as horas
Lutando contra as marcas do tempo
Ou me preocupar em acrescentar conhecimento
Ao meu ser que instiga constantemente
Por algo a mais
E ele sempre quer mais
Ler dará asas ao meu pensamento
Ler me levará pra lugares que eu não conheço
Me dará a sabedoria
Mas viajar me trará a experiência
E os outros seres, em meio a convivência
Irão despertar a minha curiosidade
Irão me questionar, me fazer pensar
E talvez até duvidar de minha existência
O que o livro pode me proporcionar?
O que o universo pode me mostrar?
Queria mais horas do dia para poder aproveitar de tudo que tenho direito
Ler, aprender, compartilhar, viver
Enfim, ter a certeza de que ao ler o que outro ser escreveu
Terei tempo para poder passar adiante
E não morrer levando tudo que sei
De nada valeria ler todos os livros do mundo
Se não pudesse contar ao mundo tudo o que sei
(Texto que fiz para o programa Unisc TV Arte deste mês)
Será mais nobre eu morrer tendo estudado a vida inteira
Ou viver compartilhando o pouco que sei?
Será válido eu tentar congelar as horas
Lutando contra as marcas do tempo
Ou me preocupar em acrescentar conhecimento
Ao meu ser que instiga constantemente
Por algo a mais
E ele sempre quer mais
Ler dará asas ao meu pensamento
Ler me levará pra lugares que eu não conheço
Me dará a sabedoria
Mas viajar me trará a experiência
E os outros seres, em meio a convivência
Irão despertar a minha curiosidade
Irão me questionar, me fazer pensar
E talvez até duvidar de minha existência
O que o livro pode me proporcionar?
O que o universo pode me mostrar?
Queria mais horas do dia para poder aproveitar de tudo que tenho direito
Ler, aprender, compartilhar, viver
Enfim, ter a certeza de que ao ler o que outro ser escreveu
Terei tempo para poder passar adiante
E não morrer levando tudo que sei
De nada valeria ler todos os livros do mundo
Se não pudesse contar ao mundo tudo o que sei
(Texto que fiz para o programa Unisc TV Arte deste mês)
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domingo, 20 de dezembro de 2009
De volta ao BLOG! = Férias!
Bom, afastada há tempos desse blog, resolvi que em 2010 vou ser mais presente aqui neste espaço. Talvez não de uma forma mais aprofundada, mas pretendo expor minhas indagações e observações do mundo ao meu redor de forma simples, objetiva (o que é bem difícil em se tratando de Lívia) e divertida (escrever pra mim sempre é divertido!).
Esse ano foi bem corrido pra mim, trabalhei desde o início de janeiro. Primeiro na Coordenação de Pós-graduação da UNISC, depois emendei com um trabalho de freelancer na Draw Produtora com o projeto Vale Sua Ação e agora em dezembro acrescentei mais uma atividade paralela que é o meu estágio na UNISC TV. Além disso é claro, tem a música que agora além da dupla, montamos uma banda, motivo de orgulho pra mim!!!!
No ano que vem, juro que vou tentar não pegar tantas coisas assim. Mas eu sei que isso é difícil de cumprir. Sempre acabo me envolvendo com muitas coisas, felizmente todas este ano deram certo.
As minhas 3 promessas que faço todo início de ano foram cumpridas até novembro, sinal de que o ano foi realmente produtivo e concluído com sucesso! Emagreci 12kg, consegui ganhar meu dinheirinho trabalhando muito, noivei, viajei, fiz uma cirurgia nas orelhas, nossa, muitas conquistas e vitórias que com certeza me fizeram crescer, me sentir mais feliz e realizada!!!
Pra 2010, por enquanto tenho apenas uma promessa: tocar violão. Vou ensaiar em casa e tentar me puxar nesse sentido. Fora isso, ainda tenho duas semanas pra pensar nas outras duas promessas!
Mas voltando ao blog, provavelmente, postarei uma vez por semana, e quando puder até posto mais! Aí sim, pretendo divulgar mais o blog e trazer coisas interessantes aqui pra este espaço a fim de que outras pessoas se interessem por lê-lo e seguí-lo.
Abraços a todos e um 2010 cheio de realizações!!!!!!!!!
Esse ano foi bem corrido pra mim, trabalhei desde o início de janeiro. Primeiro na Coordenação de Pós-graduação da UNISC, depois emendei com um trabalho de freelancer na Draw Produtora com o projeto Vale Sua Ação e agora em dezembro acrescentei mais uma atividade paralela que é o meu estágio na UNISC TV. Além disso é claro, tem a música que agora além da dupla, montamos uma banda, motivo de orgulho pra mim!!!!
No ano que vem, juro que vou tentar não pegar tantas coisas assim. Mas eu sei que isso é difícil de cumprir. Sempre acabo me envolvendo com muitas coisas, felizmente todas este ano deram certo.
As minhas 3 promessas que faço todo início de ano foram cumpridas até novembro, sinal de que o ano foi realmente produtivo e concluído com sucesso! Emagreci 12kg, consegui ganhar meu dinheirinho trabalhando muito, noivei, viajei, fiz uma cirurgia nas orelhas, nossa, muitas conquistas e vitórias que com certeza me fizeram crescer, me sentir mais feliz e realizada!!!
Pra 2010, por enquanto tenho apenas uma promessa: tocar violão. Vou ensaiar em casa e tentar me puxar nesse sentido. Fora isso, ainda tenho duas semanas pra pensar nas outras duas promessas!
Mas voltando ao blog, provavelmente, postarei uma vez por semana, e quando puder até posto mais! Aí sim, pretendo divulgar mais o blog e trazer coisas interessantes aqui pra este espaço a fim de que outras pessoas se interessem por lê-lo e seguí-lo.
Abraços a todos e um 2010 cheio de realizações!!!!!!!!!
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