Ano de organização, de pôr o corpo e a mente em ordem. Os dois últimos anos pra mim foram de muito amadurecimento. Quem esteve próximo de mim sabe o quanto me dediquei a ser uma pessoa melhor e a acreditar que uma mudança repentina pudesse me levar a ser essa pessoa que eu sempre quis ser.
A cada dia que passa vejo que o que falta ainda é a organização. E isso inclui não só arrumar a casa, reformas, quanto a reformas por dentro também. Estou desde outubro consultando com nutricionista, indo no pilates e academia (sem faltas e desculpas), além de correr quando dá uma brechinha na rotina do meu dia a dia. Agora a mente, essa é cruel. Quem sofre de ansiedade ou já sofreu depressão sabe o quanto é difícil a gente controlar essa geringonça chamada mente humana. Mas sempre fui de me desafiar e de querer me conhecer mais e mais. Talvez por isso esse seja um ano de rompimento com várias barreiras que me fizeram bloquear ao longo dos anos. Algumas já conquistadas, outras ainda por enfrentar.
O que nos torna melhores é a nossa capacidade de transformação interior. Nada nem ninguém pode nos mudar até que nós mesmos estejamos conscientes de que a mudança está dentro de nós. Essa é uma luta diária e solitária. Ninguém pode nos ajudar. Pode alertar, mas fazer pela gente não. Este ano me propus a isso. E nesse início de ano já sinto que algumas coisas estão mudando só com esse pensamento mais positivo e mais controlado.
Saber dosar qual sentimento devemos alimentar. É como se cada sentimento tivesse um animalzinho dentro da nossa cabeça. Ainda não assiste ao filme "Divertidamente", mas segundo meus alunos mais pequenos ele retrata exatamente esta ideia que eu já tinha tido sobre nossos sentimentos e como pensamos a respeito deles. Devemos saber dar a quantidade certa de alimento para cada sentimento. O medo pode existir sim, mas não deve ser alimento mais do que a coragem de enfrentá-lo. A raiva pode existir sim, porque ela nos move, nos faz reagir, mas não deve ganhar mais "bóia" do que a paciência de resolver uma situação.
Quando nos conhecemos mais a fundo é mais fácil controlar o corpo e a mente. Tudo que é desconhecido nos gera insegurança e nos faz perder o controle. Por isso acredito que há um triângulo essencial no ser humano: conhecimento, controle e segurança. E isso serve pra tudo, pra relacionamentos, para nós mesmos, para o canto que é a minha profissão. Seguido converso com meus alunos e lhes digo: enquanto vocês não se conhecerem, não perceberem o que está acontecendo no corpo de vocês enquanto cantam, não vão ter o controle da sua voz. Quando conhecerem, vão conseguir controlar e automaticamente a segurança de cantar naturalmente vem.
Na vida, no trabalho, a mesma coisa. Só a partir do momento que você sabe quem é, você consegue controlar melhor suas emoções, seus pensamentos e se sentirá seguro para lidar com qualquer problema que aparecer. Então "bora" trabalhar em si mesmo neste 2016! Desejo muita transformação a todos que me acompanham aqui no blog.
PS: O blog também faz parte dessa minha organização para 2016. Prometo a mim mesma que não vou deixar de escrever, porque isso me faz um bem enorme.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
sábado, 3 de janeiro de 2015
Complete-se!
Vivemos esperando aquele alguém perfeito, do jeito que a gente sempre sonhou. Mas não conseguimos enxergar certas vezes aquele alguém que é perfeito para o que a gente precisa. Ninguém cruza nosso caminho por acaso, nisso eu acredito. Para cada momento, há pessoas que a gente precisa conviver, mesmo às vezes não gostando muito, não aprovando certas atitudes do outro. Mas precisamos passar por aquela experiência, com alguém daquela personalidade para aprendermos com nós mesmos. Às vezes não nos encaixamos porque somos muito iguais, outras por sermos muito diferentes. Mas a verdade é que cada um tem aquilo que precisa para ser alguém melhor.
Tenho muitas amigas que vivem escolhendo rapazes e estão sempre sozinhas. Não que tenha que sair namorando qualquer um. Mas são exigentes demais. Nada é bom o bastante. Enxergam mais os defeitos do rapaz do que o que ele realmente tem de bom. Enxergam mais a aparência, do que o que há por dentro. Mais a beleza do que o próprio caráter. Não digo que vão morrer sozinhas. Mas enquanto verem o futuro só através de uma outra pessoa em suas vidas, não evoluirão.
Precisamos ser alguém melhor pra conquistar alguém melhor. Se quer alguém perfeito, primeiro seja perfeito para si mesmo. Procure evoluir, procure melhorar como pessoa. Não pelas outras pessoas, não apenas para conviver melhor, mas por você mesmo. Quando se muda não é pra agradar aos outros, mas a si próprio. A gente se sente melhor quando consegue fazer as outras pessoas ao nosso redor melhores também.
Eu diria que essas pessoas que só procuram, não se acham, não se encontraram. Por isso procuram o que falta, porque não se sentem completas. Mas o que falta na gente não virá apenas de uma outra pessoa, mas sim da experiência que você tiver com as outras pessoas a sua volta. É tudo compartilhado. Você se alimenta daquilo que você transmite. Por isso para 2015 eu desejo que você se ache. Não procure fora! Se encontre dentro! Se complete por dentro para depois encontrar algo que o agregue lá fora. É o que eu desejo pra mim, é o que eu desejo pra todo mundo. Feliz ano novo!
Tenho muitas amigas que vivem escolhendo rapazes e estão sempre sozinhas. Não que tenha que sair namorando qualquer um. Mas são exigentes demais. Nada é bom o bastante. Enxergam mais os defeitos do rapaz do que o que ele realmente tem de bom. Enxergam mais a aparência, do que o que há por dentro. Mais a beleza do que o próprio caráter. Não digo que vão morrer sozinhas. Mas enquanto verem o futuro só através de uma outra pessoa em suas vidas, não evoluirão.
Precisamos ser alguém melhor pra conquistar alguém melhor. Se quer alguém perfeito, primeiro seja perfeito para si mesmo. Procure evoluir, procure melhorar como pessoa. Não pelas outras pessoas, não apenas para conviver melhor, mas por você mesmo. Quando se muda não é pra agradar aos outros, mas a si próprio. A gente se sente melhor quando consegue fazer as outras pessoas ao nosso redor melhores também.
Eu diria que essas pessoas que só procuram, não se acham, não se encontraram. Por isso procuram o que falta, porque não se sentem completas. Mas o que falta na gente não virá apenas de uma outra pessoa, mas sim da experiência que você tiver com as outras pessoas a sua volta. É tudo compartilhado. Você se alimenta daquilo que você transmite. Por isso para 2015 eu desejo que você se ache. Não procure fora! Se encontre dentro! Se complete por dentro para depois encontrar algo que o agregue lá fora. É o que eu desejo pra mim, é o que eu desejo pra todo mundo. Feliz ano novo!
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domingo, 13 de outubro de 2013
Eu sou o que a criança de mim sonhou
Acho que muito da minha espontaneidade, que muitas pessoas dizem gostar em mim, vem dessa coisa de nunca deixar a criança que há dentro de mim morrer. Não está ligada a falta de responsabilidade ou imaturidade. Apenas consigo enxergar as coisas simples da vida de uma maneira muito natural, sem aqueles bloqueios que os adultos vão adquirindo com o tempo, enrijecendo a maneira de pensar com medo do que as outras pessoas vão pensar.
Tenho certeza que aquela criança que um dia eu fui, estaria orgulhosa do que me tornei. Claro que muitos dos sonhos que eu tinha não aconteceram exatamente como eu imaginei, mas outras coisas aconteceram e foram muito melhores do que qualquer coisa que passasse pela minha cabeça naquela época.
Passei por tantos momentos que tive aquela sensação de já ter me imaginado naquela mesma situação, e isso só me faz acreditar mais e mais nessa coisa de atrair coisas boas com pensamentos positivos. Tudo flui tão bem quando a gente está de coração aberto para o mundo e para o que ele tem para oferecer para a gente naquele exato momento.
A criança que eu fui ainda está aqui de alguma forma. Quando me olho no espelho ainda me vejo ali do mesmo jeitinho, me encarando frente a frente, me questionando o que ainda não fiz, me jogando na cara tudo aquilo que fico dando desculpas de não fazer por não ter tempo ou colocando a culpa em outra coisa (assim como os adultos adoram fazer quando não querem assumir mesmo sabendo que o único sujeito que pode fazer alguma coisa por você é você mesmo).
No fundo no fundo aquela "velha criança" está ali a todo momento, mas vai se transformando, se moldando. Ainda com os mesmos sonhos, as mesmas angústias, os mesmos sentimentos só que com outros nomes, com outras caras. Aquela criança envergonhada pode ter mudado sim, mas com certeza luta todos os dias quando está numa situação onde precisa se expor. Só tomou mais coragem, mais malandragem para lidar com aquilo que antes ela não entendia. A gente aprende a se conhecer, a se dominar. Toma as rédeas da própria vida e vai, segue.
Quando a gente é criança, quer porque quer crescer e poder fazer o que só os adultos podem fazer. Ter liberdade pra fazer o que quiser, sem pedir nada pra ninguém. E o que fazer com a independência que se conquistou? Nada se parece com aquela magia que se imaginava ser a vida adulta. Às vezes dá vontade de fugir pra infância. De ficar um pouco por lá, curtir um dia inteirinho pra brincar, pular, correr, se sujar, sem ter hora pra voltar pro trabalho, sem ter que se preocupar com mais nada a não ser viver aquele dia e deixar a juventude passar novamente só pra poder aproveitar de uma nova forma, sem pressa. Então, hoje é o dia pra ficar perto das crianças e poder resgatar um pouco dessa forma diferente de ver a vida e se contagiar com essa magia pelo menos por um dia. Vou ali fugir um pouco pra infância com minha afilhada, ganhar um colinho de mãe e amanhã eu volto pro trabalho.
Tenho certeza que aquela criança que um dia eu fui, estaria orgulhosa do que me tornei. Claro que muitos dos sonhos que eu tinha não aconteceram exatamente como eu imaginei, mas outras coisas aconteceram e foram muito melhores do que qualquer coisa que passasse pela minha cabeça naquela época.
Passei por tantos momentos que tive aquela sensação de já ter me imaginado naquela mesma situação, e isso só me faz acreditar mais e mais nessa coisa de atrair coisas boas com pensamentos positivos. Tudo flui tão bem quando a gente está de coração aberto para o mundo e para o que ele tem para oferecer para a gente naquele exato momento.
A criança que eu fui ainda está aqui de alguma forma. Quando me olho no espelho ainda me vejo ali do mesmo jeitinho, me encarando frente a frente, me questionando o que ainda não fiz, me jogando na cara tudo aquilo que fico dando desculpas de não fazer por não ter tempo ou colocando a culpa em outra coisa (assim como os adultos adoram fazer quando não querem assumir mesmo sabendo que o único sujeito que pode fazer alguma coisa por você é você mesmo).
No fundo no fundo aquela "velha criança" está ali a todo momento, mas vai se transformando, se moldando. Ainda com os mesmos sonhos, as mesmas angústias, os mesmos sentimentos só que com outros nomes, com outras caras. Aquela criança envergonhada pode ter mudado sim, mas com certeza luta todos os dias quando está numa situação onde precisa se expor. Só tomou mais coragem, mais malandragem para lidar com aquilo que antes ela não entendia. A gente aprende a se conhecer, a se dominar. Toma as rédeas da própria vida e vai, segue.
Quando a gente é criança, quer porque quer crescer e poder fazer o que só os adultos podem fazer. Ter liberdade pra fazer o que quiser, sem pedir nada pra ninguém. E o que fazer com a independência que se conquistou? Nada se parece com aquela magia que se imaginava ser a vida adulta. Às vezes dá vontade de fugir pra infância. De ficar um pouco por lá, curtir um dia inteirinho pra brincar, pular, correr, se sujar, sem ter hora pra voltar pro trabalho, sem ter que se preocupar com mais nada a não ser viver aquele dia e deixar a juventude passar novamente só pra poder aproveitar de uma nova forma, sem pressa. Então, hoje é o dia pra ficar perto das crianças e poder resgatar um pouco dessa forma diferente de ver a vida e se contagiar com essa magia pelo menos por um dia. Vou ali fugir um pouco pra infância com minha afilhada, ganhar um colinho de mãe e amanhã eu volto pro trabalho.
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domingo, 13 de maio de 2012
Minha mãe, minha guia
Dedico este texto a todas as mães pelo dia de hoje, mas principalmente a minha.
Minha mãe é o tipo de mulher que todo mundo deveria conhecer. E que não há como não se apaixonar. Não é por ser a mais bela ou por ser a mais encantadora. Mas não há como conhecê-la sem se apaixonar pela sua personalidade, pela vontade de viver que há no brilho do olhar dela.
Vêm de dentro. A maior beleza vêm de dentro. E assim sendo, ela é, sim, uma linda mulher. De fibra, de garra, de coragem. De carne e osso. Mais carne do que osso, como ela mesma costuma dizer. Maria Ceni é uma mulher de verdade. Dona de si mesma, resolveu não mais se casar depois que se tornou viúva de meu pai há exatos 20 anos. Resolveu viver a vida do jeito que sempre quis, doando quase todo seu tempo aos mais necessitados e as suas plantações.
De jeito simples, chapéu de palha para se proteger do sol, enxadas e foices e muitas doações dentro do velho carro que aguenta firme ela há anos, está sempre de bem com a vida, independente de qualquer rasteira que a vida lhe encarrega de dar. Confidente de quase toda família, nunca se recusa a ajudar alguém, por mais que essa pessoa não valorize e não se ajude. Ingênua, doce, afetuosa, elétrica, vivaz, de atitude. Nunca vi ela entregar os pontos. Raramente vi minha mãe chorar. Difícil derrubar aquela senhora...
Difícil é encontrar alguém capaz de pensar mais nos outros do que a si próprio. Mas é o jeito dela. Eu aprendi a entender e a conviver com essa característica dela. Muita gente me pergunta como eu aprendi a dividir minha mãe com tanta gente. Ela realmente quer abraçar o mundo. Eu seria egoísta se não a deixasse ser como é e se não quisesse dividir com o mundo essa pessoa tão bondosa e solidária.
Ela é meu exemplo de mulher. É nela que acabei me espelhando e traçando meu caráter. É nela que encontrei forças pra passar por vários obstáculos, é com ela que vivi grande parte dos meus dias. Hoje, mesmo não morando mais juntas, vejo o quanto me ensinou e ainda me ensina. E entendo que muitas coisas vão acontecer como aconteceram com ela. Algumas coisas de bom eu vou acabar trilhando igual. Talvez alguns erros eu cometa da mesma forma. Mas o que há de bom sempre permanecerá.
Mães deveriam durar para sempre. Imagino como deve ser horrível perder esta base. Dedico também esse Dia das Mães a outra guerreira, grande amiga da minha mãe que há alguns meses nos deixou, Dorceli Neuwald. E meus sinceros lamentos a todos aqueles, como meus amigos Álvaro e Rogério Neuwald, que perderam essa referência feminina. Mulheres como essas não se faz mais como antigamente.
Obrigada minha mãe por tudo que me fez ser o que sou hoje. Por tudo que me deu e ainda me proporciona. Por tudo que me faz orgulhar de ser sua filha! Parabéns pelo seu dia!!!
Minha mãe é o tipo de mulher que todo mundo deveria conhecer. E que não há como não se apaixonar. Não é por ser a mais bela ou por ser a mais encantadora. Mas não há como conhecê-la sem se apaixonar pela sua personalidade, pela vontade de viver que há no brilho do olhar dela.
Vêm de dentro. A maior beleza vêm de dentro. E assim sendo, ela é, sim, uma linda mulher. De fibra, de garra, de coragem. De carne e osso. Mais carne do que osso, como ela mesma costuma dizer. Maria Ceni é uma mulher de verdade. Dona de si mesma, resolveu não mais se casar depois que se tornou viúva de meu pai há exatos 20 anos. Resolveu viver a vida do jeito que sempre quis, doando quase todo seu tempo aos mais necessitados e as suas plantações.
De jeito simples, chapéu de palha para se proteger do sol, enxadas e foices e muitas doações dentro do velho carro que aguenta firme ela há anos, está sempre de bem com a vida, independente de qualquer rasteira que a vida lhe encarrega de dar. Confidente de quase toda família, nunca se recusa a ajudar alguém, por mais que essa pessoa não valorize e não se ajude. Ingênua, doce, afetuosa, elétrica, vivaz, de atitude. Nunca vi ela entregar os pontos. Raramente vi minha mãe chorar. Difícil derrubar aquela senhora...
Difícil é encontrar alguém capaz de pensar mais nos outros do que a si próprio. Mas é o jeito dela. Eu aprendi a entender e a conviver com essa característica dela. Muita gente me pergunta como eu aprendi a dividir minha mãe com tanta gente. Ela realmente quer abraçar o mundo. Eu seria egoísta se não a deixasse ser como é e se não quisesse dividir com o mundo essa pessoa tão bondosa e solidária.
Ela é meu exemplo de mulher. É nela que acabei me espelhando e traçando meu caráter. É nela que encontrei forças pra passar por vários obstáculos, é com ela que vivi grande parte dos meus dias. Hoje, mesmo não morando mais juntas, vejo o quanto me ensinou e ainda me ensina. E entendo que muitas coisas vão acontecer como aconteceram com ela. Algumas coisas de bom eu vou acabar trilhando igual. Talvez alguns erros eu cometa da mesma forma. Mas o que há de bom sempre permanecerá.
Mães deveriam durar para sempre. Imagino como deve ser horrível perder esta base. Dedico também esse Dia das Mães a outra guerreira, grande amiga da minha mãe que há alguns meses nos deixou, Dorceli Neuwald. E meus sinceros lamentos a todos aqueles, como meus amigos Álvaro e Rogério Neuwald, que perderam essa referência feminina. Mulheres como essas não se faz mais como antigamente.
Obrigada minha mãe por tudo que me fez ser o que sou hoje. Por tudo que me deu e ainda me proporciona. Por tudo que me faz orgulhar de ser sua filha! Parabéns pelo seu dia!!!
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segunda-feira, 7 de maio de 2012
A escolha é sua
Problemas de personalidade são como um resfriado: se você não cura direito, ele sempre volta. Às vezes só muda de lugar.
Eu sempre disse que haviam pessoas que conseguiam tirar o que há de melhor em nós e outras que tinham o poder de fazer a gente revelar nossos piores defeitos e pontos fracos. Hoje, pensando bem, vejo que na verdade, independente da pessoa, vai acontecer as duas coisas. Porque uma hora ou outra vai aparecer alguma característica, seja boa ou ruim, num relacionamento - seja ele qual for.
Na verdade, a gente não muda. A gente apenas faz adormecer certos comportamentos que no decorrer da vida voltam a aparecer caso você não tenha tratado ele como deveria. Quando a gente acha que se libertou de certos movimentos, vem a vida e te coloca numa situação onde você tem que enfrentar sua personalidade e colocá-la a prova de uma mudança definitiva ou não.
Porque a gente sempre tem duas opções. A gente sempre pode escolher um caminho. Basta saber se está disposto a mudar realmente. E não por alguém. Tem que ser por você mesmo. Por acreditar que mudando aquele ponto você vai se tornar uma pessoa melhor pra você. O resto a gente acaba conquistando.
Se a gente estiver de bem consigo mesmo, tudo ao nosso redor conspira a nosso favor. As pessoas, as circunstãncias. Tudo. É incrível como tudo flui quando a gente acorda de bom humor, de bem com a vida, de bem com a gente.
Às vezes a gente pode achar que as pessoas é que são culpadas por a gente se irritar com algo. Mas o problema está em nós. A outra pessoa só dá um empurrãozinho, só faz com que reacenda o que já estava ali.
Porque só depende de você mesmo mudar. De você reagir. Ninguém muda ninguém, ninguém consegue entrar no seu pensamento e fazer você ficar mal. Só você tem a capacidade de fazer isso. Se você estiver mal e aberto ao que os outros te fazem, tudo parecerá errado. Se você estiver bem, não importa quem tente interferir na sua vida, não irá conseguir.
A dimensão de um problema ou de uma pessoa é a gente quem faz. Se você disser que esse problema é passageiro e que consegue encará-lo, vai passar. Vai conseguir. Se tiver que conviver algumas horas com alguém que você não gosta e acabar ficando de mau humor o resto do dia por esse motivo, só vai irritar você. A outra pessoa não vai mudar por sua causa e talvez nem vai se deixar influenciar pelo seu comportamento. E o resto do mundo não tem culpa e nem tem obrigação de te aguentar.
Então, acorde, se olhe no espelho e sorria. Porque você sempre tem duas opções. Ou acorda de bem com o que está vendo e sentindo, ou deixa pra amanhã.... mas um dia você vai ter que resolver.
Eu sempre disse que haviam pessoas que conseguiam tirar o que há de melhor em nós e outras que tinham o poder de fazer a gente revelar nossos piores defeitos e pontos fracos. Hoje, pensando bem, vejo que na verdade, independente da pessoa, vai acontecer as duas coisas. Porque uma hora ou outra vai aparecer alguma característica, seja boa ou ruim, num relacionamento - seja ele qual for.
Na verdade, a gente não muda. A gente apenas faz adormecer certos comportamentos que no decorrer da vida voltam a aparecer caso você não tenha tratado ele como deveria. Quando a gente acha que se libertou de certos movimentos, vem a vida e te coloca numa situação onde você tem que enfrentar sua personalidade e colocá-la a prova de uma mudança definitiva ou não.
Porque a gente sempre tem duas opções. A gente sempre pode escolher um caminho. Basta saber se está disposto a mudar realmente. E não por alguém. Tem que ser por você mesmo. Por acreditar que mudando aquele ponto você vai se tornar uma pessoa melhor pra você. O resto a gente acaba conquistando.
Se a gente estiver de bem consigo mesmo, tudo ao nosso redor conspira a nosso favor. As pessoas, as circunstãncias. Tudo. É incrível como tudo flui quando a gente acorda de bom humor, de bem com a vida, de bem com a gente.
Às vezes a gente pode achar que as pessoas é que são culpadas por a gente se irritar com algo. Mas o problema está em nós. A outra pessoa só dá um empurrãozinho, só faz com que reacenda o que já estava ali.
Porque só depende de você mesmo mudar. De você reagir. Ninguém muda ninguém, ninguém consegue entrar no seu pensamento e fazer você ficar mal. Só você tem a capacidade de fazer isso. Se você estiver mal e aberto ao que os outros te fazem, tudo parecerá errado. Se você estiver bem, não importa quem tente interferir na sua vida, não irá conseguir.
A dimensão de um problema ou de uma pessoa é a gente quem faz. Se você disser que esse problema é passageiro e que consegue encará-lo, vai passar. Vai conseguir. Se tiver que conviver algumas horas com alguém que você não gosta e acabar ficando de mau humor o resto do dia por esse motivo, só vai irritar você. A outra pessoa não vai mudar por sua causa e talvez nem vai se deixar influenciar pelo seu comportamento. E o resto do mundo não tem culpa e nem tem obrigação de te aguentar.
Então, acorde, se olhe no espelho e sorria. Porque você sempre tem duas opções. Ou acorda de bem com o que está vendo e sentindo, ou deixa pra amanhã.... mas um dia você vai ter que resolver.
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
ADOOORO
Eu sei, é uma lista infinita. Mas eu tentei. ;)
Adoro quando o dia está ensolarado.
Adoro não ter nada pra fazer depois do almoço.
Adoro poder dormir até mais tarde.
Adoooooro dormir.
Adoro só ter namorado homens que não eram fissurados por futebol.
Adoro um colo. Adoro um abraço.
Adoro não precisar pensar.
Mas adoro fica matutando coisas e sonhando acordada.
Adoro filosofar, e faço isso bêbada ou não.
Adoro jogar Freecell e Paciência quando a internet não conecta.
Adoro quando falta luz e jogo cartas ou Stop com a família.
Adoro sair pra passear sem rumo com meu carro. Adoro dar voltinhas de carro.
Adoro quando acho aquela vaga no estacionamento no horário mais movimentado do dia.
Adoro praia. Adoro uma rede. Adoro caminhar na areia. Adoro tomar sol. Adoro uma corzinha de verão.
Adoro cantar. Adoro tocar teclado. Adoro tentar tocar violão.
Adoro filmes. Adoro música. Adoro escrever.
Adoro escrever bilhetinhos pra quem eu vejo todo dia. Ou pra quem eu quase nunca vejo.
Adoro controle remotos. Adoro apertar botões.
Adoro ganhar presentes. Adoro dar um presente e ver na cara da pessoa que ela gostou muito.
Adoro beijar na boca. Adoro uma boa pegada.
Adoro ser surpreendida.
Adoro sair com as amigas. E dizer de boca cheia: Só vim pra dançar!
Adoro pessoas alto astral. E só atraio gente louca!!
Adoro ouvir as pessoas. Adoro ser ouvida com atenção.
Adoro fazer as pessoas rirem.
Adoro sorrisos, olhares. Adoro observar as mãos das pessoas.
Adoro observar os gestos únicos de cada um. O jeito de caminhar.
Adoro tudo que faço. Mesmo sempre reclamando e nunca achando que foi bom o suficiente.
Adoro fotografar os outros. Adoro registrar os bons momentos. Adoro olhar fotos antigas.
Adoro me maquiar. Adoro um espelho, mas só depois do meio-dia.
Adoro o arroz da minha mãe. Adoro tudo que ela faz.
Adoro até brócolis. Adoro cereja.
Adoro chocolate com morango.
Adoro misturar doce com salgado. E comer primeiro pizza doce e depois a salgada.
Adooooro comer.
Adoro escovar meus dentes andando pela casa.
Adoro viajar. Adoro conhecer lugares, pessoas, comidas, tudo novo.
Adoro reconhecer coisas velhas.
Adoro voltar pra casa.
Adoro ouvir muitas vezes uma mesma música em alto e bom som.
Adoro dançar. Adoro correr.
Adoro tomar água.
Adoro ver o pôr-do-sol.
Adoro azul. Adoro lilás, caramelo, cores pastéis.
Adoro flores amarelas. Adoro amarelo.
Adoro compôr à noite.
Adoro admirar o que há de mais simples.
Adoro meus momentos de solidão. Meus momentos de pós-desespero e achar que tudo vai dar certo.
E quase sempre dá. Porque eu vou mais forte e vou acreditando.
Adoro olhar pra trás e lembrar de momentos que eu sei que não haverá nada nem parecido.
Adoro olhar pra frente e não saber o que virá.
Adoro seguir a vida sem saber direito o que, pra onde, porquê, pra quê...
Adoro dúvidas. Adoro me questionar.
Adoro tudo que tenho. E algumas coisas adoro não ter que ter.
Adoro escrever tudo isso que eu adoro e saber que eu não sou a única que adoro as mesmas coisas.
Adoro saber que em algumas coisas, sim, eu sou única. E essas poucas coisas me fazem sentir especial.
Adoro quando o dia está ensolarado.
Adoro não ter nada pra fazer depois do almoço.
Adoro poder dormir até mais tarde.
Adoooooro dormir.
Adoro só ter namorado homens que não eram fissurados por futebol.
Adoro um colo. Adoro um abraço.
Adoro não precisar pensar.
Mas adoro fica matutando coisas e sonhando acordada.
Adoro filosofar, e faço isso bêbada ou não.
Adoro jogar Freecell e Paciência quando a internet não conecta.
Adoro quando falta luz e jogo cartas ou Stop com a família.
Adoro sair pra passear sem rumo com meu carro. Adoro dar voltinhas de carro.
Adoro quando acho aquela vaga no estacionamento no horário mais movimentado do dia.
Adoro praia. Adoro uma rede. Adoro caminhar na areia. Adoro tomar sol. Adoro uma corzinha de verão.
Adoro cantar. Adoro tocar teclado. Adoro tentar tocar violão.
Adoro filmes. Adoro música. Adoro escrever.
Adoro escrever bilhetinhos pra quem eu vejo todo dia. Ou pra quem eu quase nunca vejo.
Adoro controle remotos. Adoro apertar botões.
Adoro ganhar presentes. Adoro dar um presente e ver na cara da pessoa que ela gostou muito.
Adoro beijar na boca. Adoro uma boa pegada.
Adoro ser surpreendida.
Adoro sair com as amigas. E dizer de boca cheia: Só vim pra dançar!
Adoro pessoas alto astral. E só atraio gente louca!!
Adoro ouvir as pessoas. Adoro ser ouvida com atenção.
Adoro fazer as pessoas rirem.
Adoro sorrisos, olhares. Adoro observar as mãos das pessoas.
Adoro observar os gestos únicos de cada um. O jeito de caminhar.
Adoro tudo que faço. Mesmo sempre reclamando e nunca achando que foi bom o suficiente.
Adoro fotografar os outros. Adoro registrar os bons momentos. Adoro olhar fotos antigas.
Adoro me maquiar. Adoro um espelho, mas só depois do meio-dia.
Adoro o arroz da minha mãe. Adoro tudo que ela faz.
Adoro até brócolis. Adoro cereja.
Adoro chocolate com morango.
Adoro misturar doce com salgado. E comer primeiro pizza doce e depois a salgada.
Adooooro comer.
Adoro escovar meus dentes andando pela casa.
Adoro viajar. Adoro conhecer lugares, pessoas, comidas, tudo novo.
Adoro reconhecer coisas velhas.
Adoro voltar pra casa.
Adoro ouvir muitas vezes uma mesma música em alto e bom som.
Adoro dançar. Adoro correr.
Adoro tomar água.
Adoro ver o pôr-do-sol.
Adoro azul. Adoro lilás, caramelo, cores pastéis.
Adoro flores amarelas. Adoro amarelo.
Adoro compôr à noite.
Adoro admirar o que há de mais simples.
Adoro meus momentos de solidão. Meus momentos de pós-desespero e achar que tudo vai dar certo.
E quase sempre dá. Porque eu vou mais forte e vou acreditando.
Adoro olhar pra trás e lembrar de momentos que eu sei que não haverá nada nem parecido.
Adoro olhar pra frente e não saber o que virá.
Adoro seguir a vida sem saber direito o que, pra onde, porquê, pra quê...
Adoro dúvidas. Adoro me questionar.
Adoro tudo que tenho. E algumas coisas adoro não ter que ter.
Adoro escrever tudo isso que eu adoro e saber que eu não sou a única que adoro as mesmas coisas.
Adoro saber que em algumas coisas, sim, eu sou única. E essas poucas coisas me fazem sentir especial.
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